Tecnologia que nasceu para cuidar de pessoas. Em junho de 2026, o Mafra Day 2026, um dos mais importantes encontros do setor da saúde, reuniu líderes, especialistas e empresas que estão construindo o futuro da gestão hospitalar no Brasil. Entre os principais temas debatidos esteve a Inteligência Artificial, apontada como uma das grandes forças de transformação da assistência à saúde. A discussão é extremamente relevante, mas também conduz a uma reflexão importante: qual deve ser o verdadeiro propósito da tecnologia na saúde? Na SIM, essa resposta sempre esteve muito clara. A tecnologia só faz sentido quando contribui para proteger vidas e ampliar a qualidade do cuidado. Foi com essa convicção que, em 1989, a Instituição participou da implantação do primeiro tomógrafo computadorizado de Florianópolis. Poucos anos depois, em 1992 e 1993, colaborou para a criação do Centro de BioImagem (CBI), responsável pela instalação da primeira ressonância magnética da Capital. Em 1994, apresentou experiências pioneiras de teletransmissão de imagens médicas e desenvolveu um projeto de cartão óptico que reunia o histórico clínico dos beneficiários. Hoje falamos em prontuário eletrônico, interoperabilidade e Open Health. Na essência, porém, o objetivo continua o mesmo: fazer com que a informação acompanhe a pessoa, permitindo decisões mais rápidas, mais seguras e mais qualificadas. A SIM compreendeu muito cedo que quanto mais precoce é a identificação de um problema, maiores são as possibilidades de preservar a saúde. O tomógrafo representava muito mais do que um equipamento de alta tecnologia. Era uma oportunidade de antecipar diagnósticos. A ressonância magnética não simbolizava apenas inovação. Era uma ferramenta capaz de reduzir o tempo entre a suspeita clínica e o início do tratamento. E, em saúde, tempo frequentemente significa qualidade de vida e, muitas vezes, a própria vida. Cada investimento realizado partia da mesma pergunta: como oferecer aos beneficiários melhores condições para viver mais e melhor? Essa continua sendo a principal referência para as decisões da SIM. A tecnologia deve estar a serviço das pessoas, nunca o contrário. É essa visão que orienta iniciativas atuais como a Clínica de Atenção Primária à Saúde (APS), a estratificação de riscos, os estudos populacionais e a integração dos sistemas de informação. Ferramentas diferentes, mas guiadas pelo mesmo propósito que acompanha a Instituição desde sua origem: alongar a vida das pessoas de forma saudável. Alfeu Luiz AbreuDiretor Executivo
Em junho de 2026, o Mafra Day 2026, um dos mais importantes encontros do setor da saúde, reuniu líderes, especialistas e empresas que estão construindo o futuro da gestão hospitalar no Brasil. Entre os principais temas debatidos esteve a Inteligência Artificial, apontada como uma das grandes forças de transformação da assistência à saúde.
A discussão é extremamente relevante, mas também conduz a uma reflexão importante: qual deve ser o verdadeiro propósito da tecnologia na saúde? Na SIM, essa resposta sempre esteve muito clara. A tecnologia só faz sentido quando contribui para proteger vidas e ampliar a qualidade do cuidado.
Foi com essa convicção que, em 1989, a Instituição participou da implantação do primeiro tomógrafo computadorizado de Florianópolis. Poucos anos depois, em 1992 e 1993, colaborou para a criação do Centro de BioImagem (CBI), responsável pela instalação da primeira ressonância magnética da Capital. Em 1994, apresentou experiências pioneiras de teletransmissão de imagens médicas e desenvolveu um projeto de cartão óptico que reunia o histórico clínico dos beneficiários.
Hoje falamos em prontuário eletrônico, interoperabilidade e Open Health. Na essência, porém, o objetivo continua o mesmo: fazer com que a informação acompanhe a pessoa, permitindo decisões mais rápidas, mais seguras e mais qualificadas.
A SIM compreendeu muito cedo que quanto mais precoce é a identificação de um problema, maiores são as possibilidades de preservar a saúde.
O tomógrafo representava muito mais do que um equipamento de alta tecnologia. Era uma oportunidade de antecipar diagnósticos. A ressonância magnética não simbolizava apenas inovação. Era uma ferramenta capaz de reduzir o tempo entre a suspeita clínica e o início do tratamento. E, em saúde, tempo frequentemente significa qualidade de vida e, muitas vezes, a própria vida.
Cada investimento realizado partia da mesma pergunta: como oferecer aos beneficiários melhores condições para viver mais e melhor?
Essa continua sendo a principal referência para as decisões da SIM. A tecnologia deve estar a serviço das pessoas, nunca o contrário.
É essa visão que orienta iniciativas atuais como a Clínica de Atenção Primária à Saúde (APS), a estratificação de riscos, os estudos populacionais e a integração dos sistemas de informação. Ferramentas diferentes, mas guiadas pelo mesmo propósito que acompanha a Instituição desde sua origem: alongar a vida das pessoas de forma saudável.
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