SIM completa 40 anos com uma história construída ao lado dos beneficiários
SIM completa 40 anos com uma história construída ao lado dos beneficiários. Em 30 de setembro de 1986, a SIM – Caixa de Assistência à Saúde era oficialmente fundada – obtendo seu registro em cartório. Quatro décadas depois, a data é também um momento para reconhecer as pessoas que deram sentido a essa trajetória: os beneficiários que confiaram à Instituição o acompanhamento de sua saúde e ajudaram a construir uma relação que atravessa diferentes fases da vida. A história começou com uma proposta que já buscava ir além do atendimento pontual. Ainda em 1987, por exemplo, a Policlínica das empresas do sistema financeiro reunia diferentes especialidades e serviços em um mesmo espaço. Ao recordar esse período no livro Todo ano, um novo SIM, o Diretor Executivo da SIM, Alfeu Luiz Abreu, destaca que a intenção, desde os primeiros anos, era oferecer atendimento completo e contínuo e ampliar a participação das pessoas nas decisões relacionadas à própria saúde. De lá para cá, mudaram a medicina, a tecnologia, a estrutura da Instituição e as necessidades da própria população. A SIM também passou por períodos de dificuldade e precisou rever caminhos. Para Nilo Oliveira Neto, Presidente do Conselho Fiscal, a experiência acumulada mostrou a importância de uma gestão transparente e capaz de fazer ajustes quando necessário. “Os pilares da longevidade e da sobrevivência futura da SIM repousam sobre a transparência absoluta da gestão e a coragem institucional para a correção de rumos sempre que necessário”, registra. Essa responsabilidade com a continuidade da Instituição tem relação direta com quem utiliza o plano. O Conselho Fiscal acompanha a aplicação dos recursos coletivos, enquanto o Conselho Deliberativo participa das decisões que orientam os caminhos da SIM. Ao escrever sobre os 40 anos, Fernanda de Figueiroa Freitas, Presidente do Conselho Deliberativo, resume essa relação entre gestão e assistência: “Sustentabilidade não é apenas um conceito financeiro; é um compromisso ético com as gerações presentes e futuras”. Para ela, isso significa assegurar qualidade assistencial, equilíbrio econômico e capacidade de investimento diante de questões como o envelhecimento dos beneficiários, os custos da saúde e os novos riscos do setor. Hoje, essa trajetória se traduz em uma atuação que amplia a Atenção Primária à Saúde, utiliza informações e tecnologia para apoiar decisões e busca identificar necessidades antes que situações de saúde se tornem mais complexas. A evolução técnica, porém, mantém uma premissa: a tecnologia deve apoiar a qualificação da assistência sem substituir a relação humana. Para Abreu, é justamente na vida dos beneficiários que os 40 anos encontram seu principal significado. “Celebrar 40 anos da SIM é, acima de tudo, reconhecer a vida de milhares de pessoas que confiam em nós. É celebrar diagnósticos que salvaram vidas, tratamentos que devolveram pais aos filhos, exames que chegaram a tempo”, diz. Fernanda também coloca os beneficiários no centro desse reconhecimento ao agradecer às pessoas que participaram da construção da Instituição ao longo das quatro décadas: “E, sobretudo, aos beneficiários, razão maior da existência da SIM, que confiaram, e continuam confiando, na força desse modelo coletivo”. Aos 40 anos, a SIM reúne uma história que começou com pessoas dispostas a construir um modelo próprio de assistência e que hoje continua por meio da Atenção Primária, da prevenção, da gestão dos recursos e do acompanhamento dos beneficiários.
Em 30 de setembro de 1986, a SIM – Caixa de Assistência à Saúde era oficialmente fundada – obtendo seu registro em cartório. Quatro décadas depois, a data é também um momento para reconhecer as pessoas que deram sentido a essa trajetória: os beneficiários que confiaram à Instituição o acompanhamento de sua saúde e ajudaram a construir uma relação que atravessa diferentes fases da vida.
A história começou com uma proposta que já buscava ir além do atendimento pontual. Ainda em 1987, por exemplo, a Policlínica das empresas do sistema financeiro reunia diferentes especialidades e serviços em um mesmo espaço. Ao recordar esse período no livro Todo ano, um novo SIM, o Diretor Executivo da SIM, Alfeu Luiz Abreu, destaca que a intenção, desde os primeiros anos, era oferecer atendimento completo e contínuo e ampliar a participação das pessoas nas decisões relacionadas à própria saúde.
De lá para cá, mudaram a medicina, a tecnologia, a estrutura da Instituição e as necessidades da própria população. A SIM também passou por períodos de dificuldade e precisou rever caminhos. Para Nilo Oliveira Neto, Presidente do Conselho Fiscal, a experiência acumulada mostrou a importância de uma gestão transparente e capaz de fazer ajustes quando necessário. “Os pilares da longevidade e da sobrevivência futura da SIM repousam sobre a transparência absoluta da gestão e a coragem institucional para a correção de rumos sempre que necessário”, registra.
Essa responsabilidade com a continuidade da Instituição tem relação direta com quem utiliza o plano. O Conselho Fiscal acompanha a aplicação dos recursos coletivos, enquanto o Conselho Deliberativo participa das decisões que orientam os caminhos da SIM. Ao escrever sobre os 40 anos, Fernanda de Figueiroa Freitas, Presidente do Conselho Deliberativo, resume essa relação entre gestão e assistência: “Sustentabilidade não é apenas um conceito financeiro; é um compromisso ético com as gerações presentes e futuras”. Para ela, isso significa assegurar qualidade assistencial, equilíbrio econômico e capacidade de investimento diante de questões como o envelhecimento dos beneficiários, os custos da saúde e os novos riscos do setor.
Hoje, essa trajetória se traduz em uma atuação que amplia a Atenção Primária à Saúde, utiliza informações e tecnologia para apoiar decisões e busca identificar necessidades antes que situações de saúde se tornem mais complexas. A evolução técnica, porém, mantém uma premissa: a tecnologia deve apoiar a qualificação da assistência sem substituir a relação humana.
Para Abreu, é justamente na vida dos beneficiários que os 40 anos encontram seu principal significado. “Celebrar 40 anos da SIM é, acima de tudo, reconhecer a vida de milhares de pessoas que confiam em nós. É celebrar diagnósticos que salvaram vidas, tratamentos que devolveram pais aos filhos, exames que chegaram a tempo”, diz.
Fernanda também coloca os beneficiários no centro desse reconhecimento ao agradecer às pessoas que participaram da construção da Instituição ao longo das quatro décadas: “E, sobretudo, aos beneficiários, razão maior da existência da SIM, que confiaram, e continuam confiando, na força desse modelo coletivo”.
Aos 40 anos, a SIM reúne uma história que começou com pessoas dispostas a construir um modelo próprio de assistência e que hoje continua por meio da Atenção Primária, da prevenção, da gestão dos recursos e do acompanhamento dos beneficiários.
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