Uma boa rede assistencial vai além do número de prestadores
Uma boa rede assistencial vai além do número de prestadores. Ter muitos hospitais, clínicas e profissionais significa necessariamente ter uma boa rede assistencial? Na gestão de redes, essa é uma reflexão que considero fundamental. Nem sempre ampliar o número de prestadores significa ampliar o acesso. Antes de simplesmente aumentar uma rede, precisamos entender onde estão os beneficiários, quais dificuldades eles encontram para conseguir atendimento e se os serviços disponíveis realmente respondem às necessidades daquela população. É por isso que, para mim, uma boa rede não se mede apenas pela quantidade de prestadores credenciados. Ela precisa ter qualidade, disponibilidade e resolutividade. Mas também precisa estar organizada de maneira coerente com a realidade de quem vai utilizá-la. Onde estão os beneficiários? Quais serviços eles mais necessitam? Existem vazios assistenciais? Há dificuldade de agenda em alguma especialidade? Conseguimos oferecer alternativas adequadas? Como é a experiência dessa pessoa desde a busca pelo atendimento até a conclusão do cuidado? Gerir uma rede é transformar essas perguntas em decisões. E existe outro aspecto dessa gestão que considero tão importante quanto dimensionar a rede: o relacionamento com os prestadores. Uma relação sustentável precisa considerar que operadora e prestador fazem parte da mesma jornada e precisam encontrar soluções possíveis para os dois lados. Nem sempre essa construção é simples. Existem interesses, necessidades e desafios diferentes, mas construir uma relação de parceria é fundamental para a continuidade e a qualidade do atendimento. Isso exige diálogo, negociação, transparência e, principalmente, disposição para construir relações de longo prazo. Tenho cada vez mais convicção de que uma rede eficiente não é necessariamente aquela que tem mais prestadores. É aquela que consegue conectar necessidade, acesso, qualidade, relacionamento e sustentabilidade. No fim, rede assistencial não é uma lista de prestadores. Rede é acesso. Rede é relacionamento. E, principalmente, rede é a experiência de cuidado que conseguimos entregar ao beneficiário. Saúde que gera valor | Por Mariana SantosReflexões sobre pessoas, cuidado, redes e sustentabilidade em saúde Sempre que precisar, o beneficiário pode contar com a Central de Atendimento da SIM para informações, orientações e esclarecimento de dúvidas. O contato pode ser feito pelo telefone e WhatsApp 0800 642 9200 ou pelo e-mail central@simplanodesaude.com.br
Ter muitos hospitais, clínicas e profissionais significa necessariamente ter uma boa rede assistencial?
Na gestão de redes, essa é uma reflexão que considero fundamental.
Nem sempre ampliar o número de prestadores significa ampliar o acesso.Antes de simplesmente aumentar uma rede, precisamos entender onde estão os beneficiários, quais dificuldades eles encontram para conseguir atendimento e se os serviços disponíveis realmente respondem às necessidades daquela população.
É por isso que, para mim, uma boa rede não se mede apenas pela quantidade de prestadores credenciados.
Ela precisa ter qualidade, disponibilidade e resolutividade. Mas também precisa estar organizada de maneira coerente com a realidade de quem vai utilizá-la.
Onde estão os beneficiários? Quais serviços eles mais necessitam? Existem vazios assistenciais? Há dificuldade de agenda em alguma especialidade? Conseguimos oferecer alternativas adequadas? Como é a experiência dessa pessoa desde a busca pelo atendimento até a conclusão do cuidado?
Gerir uma rede é transformar essas perguntas em decisões.
E existe outro aspecto dessa gestão que considero tão importante quanto dimensionar a rede: o relacionamento com os prestadores.
Uma relação sustentável precisa considerar que operadora e prestador fazem parte da mesma jornada e precisam encontrar soluções possíveis para os dois lados. Nem sempre essa construção é simples. Existem interesses, necessidades e desafios diferentes, mas construir uma relação de parceria é fundamental para a continuidade e a qualidade do atendimento.
Isso exige diálogo, negociação, transparência e, principalmente, disposição para construir relações de longo prazo.
Tenho cada vez mais convicção de que uma rede eficiente não é necessariamente aquela que tem mais prestadores. É aquela que consegue conectar necessidade, acesso, qualidade, relacionamento e sustentabilidade.
No fim, rede assistencial não é uma lista de prestadores.
Rede é acesso.
Rede é relacionamento.
E, principalmente, rede é a experiência de cuidado que conseguimos entregar ao beneficiário.
Saúde que gera valor | Por Mariana Santos Reflexões sobre pessoas, cuidado, redes e sustentabilidade em saúde
Sempre que precisar, o beneficiário pode contar com a Central de Atendimento da SIM para informações, orientações e esclarecimento de dúvidas. O contato pode ser feito pelo telefone e WhatsApp 0800 642 9200 ou pelo e-mail central@simplanodesaude.com.br
A SIM Caixa de Assistência à Saúde utiliza cookies essenciais para o funcionamento adequado deste site e cookies de desempenho para obter informações estatísticas e analíticas sobre os seus utilizadores.
Caso você prefira desabilitar ou bloquear o uso de cookies, ou, ainda, obter maiores informações, acesse nossa Política de Privacidade.