Por que a SIM é diferente? Diretor Alfeu Abreu detalha vantagens da autogestão em saúde
Por que a SIM é diferente? Diretor Alfeu Abreu detalha vantagens da autogestão em saúde. Enquanto o mercado de saúde suplementar enfrenta desafios com reajustes elevados e pressão por lucratividade, a SIM – Caixa de Assistência à Saúde segue um caminho diferente. Como autogestão, a Instituição tem uma proposta clara: reinvestir todos os recursos no cuidado aos beneficiários. Na entrevista a seguir, o Diretor Executivo Alfeu Luiz Abreu detalha como esse modelo se traduz em benefícios concretos - desde reajustes menores até programas preventivos. Ele ainda compartilha visões sobre o futuro da saúde suplementar e o papel ativo dos beneficiários nessa jornada. O que significa a SIM ser uma autogestão em saúde? Alfeu Abreu: Significa que não somos uma empresa com fins lucrativos. Desde 1986, todo valor arrecadado é reinvestido em melhoria de serviços, expansão da rede credenciada e programas como o Saúde Integrada. Enquanto operadoras comerciais destinam lucros a acionistas, nós priorizamos o cuidado dos beneficiários. Como isso impacta o dia a dia do beneficiário? Alfeu: De várias formas concretas. Em 2025, nosso reajuste foi de apenas 5,89%, enquanto o mercado teve aumentos superiores a 20%. Mantemos uma rede ampla e qualificada, oferecemos atendimento humanizado e investimos em prevenção, reduzindo custos futuros e elevando a qualidade de vida. Como conseguimos reajustes menores do que o mercado? Alfeu: Por meio de gestão rigorosa e uso consciente por parte dos beneficiários. Analisamos cada despesa, otimizamos recursos e equilibramos prevenção e tratamento. Programas de check‑up e acompanhamento precoce evitam gastos elevados com doenças avançadas. Qual é o papel do beneficiário nesse modelo? Alfeu: O beneficiário é parte ativa. Cada uso racional da rede, cada exame não repetido desnecessariamente contribui para a sustentabilidade do plano. Temos um programa de orientação ao uso consciente que já apresenta resultados positivos. Como a SIM inova sem perder sua essência? Alfeu: Inovamos porque nascemos com essa missão. O próprio nome SIM — Sistema Integrado Médico‑Hospitalar de Saúde — já trazia a fórmula: integração de serviços + prontuário na mão do usuário. Hoje, estamos: Digitalizando serviços para maior conveniência. Ampliando a Atenção Primária à Saúde (APS). Firmando parcerias estratégicas com hospitais e clínicas. Tudo isso mantendo o atendimento humanizado que só a autogestão oferece. Quais programas de prevenção têm se mostrado mais eficazes? Alfeu: Nosso Programa de Doenças Crônicas e o Saúde Integrada se destacam. Com monitoramento contínuo e suporte multidisciplinar, reduzimos em até 30% as internações de alto custo. De que forma a tecnologia reforçará nosso modelo de cuidado? Alfeu: Por meio do prontuário eletrônico, que coloca o histórico do beneficiário na palma da mão, e do telemonitoramento, que permite acompanhar sinais vitais remotamente. Assim, conectaremos até especialistas nacionais e, quem sabe, até internacionais, mantendo o cuidado local. Qual mensagem você deixa para as empresas interessadas em parcerias? Alfeu: Escolher a SIM é optar por uma gestão de saúde comprometida, com transparência, eficiência e cuidado genuíno. Aqui, o investimento retorna em saúde real e não em dividendos. “Na SIM, a inovação sempre foi ferramenta para o cuidado humano. Convido todos a dizerem novamente: SIM à vida saudável!”
Enquanto o mercado de saúde suplementar enfrenta desafios com reajustes elevados e pressão por lucratividade, a SIM – Caixa de Assistência à Saúde segue um caminho diferente. Como autogestão, a Instituição tem uma proposta clara: reinvestir todos os recursos no cuidado aos beneficiários.
Na entrevista a seguir, o Diretor Executivo Alfeu Luiz Abreu detalha como esse modelo se traduz em benefícios concretos – desde reajustes menores até programas preventivos. Ele ainda compartilha visões sobre o futuro da saúde suplementar e o papel ativo dos beneficiários nessa jornada.
O que significa a SIM ser uma autogestão em saúde?
Alfeu Abreu: Significa que não somos uma empresa com fins lucrativos. Desde 1986, todo valor arrecadado é reinvestido em melhoria de serviços, expansão da rede credenciada e programas como o Saúde Integrada. Enquanto operadoras comerciais destinam lucros a acionistas, nós priorizamos o cuidado dos beneficiários.
Como isso impacta o dia a dia do beneficiário?
Alfeu: De várias formas concretas. Em 2025, nosso reajuste foi de apenas 5,89%, enquanto o mercado teve aumentos superiores a 20%. Mantemos uma rede ampla e qualificada, oferecemos atendimento humanizado e investimos em prevenção, reduzindo custos futuros e elevando a qualidade de vida.
Como conseguimos reajustes menores do que o mercado?
Alfeu: Por meio de gestão rigorosa e uso consciente por parte dos beneficiários. Analisamos cada despesa, otimizamos recursos e equilibramos prevenção e tratamento. Programas de check‑up e acompanhamento precoce evitam gastos elevados com doenças avançadas.
Qual é o papel do beneficiário nesse modelo?
Alfeu: O beneficiário é parte ativa. Cada uso racional da rede, cada exame não repetido desnecessariamente contribui para a sustentabilidade do plano. Temos um programa de orientação ao uso consciente que já apresenta resultados positivos.
Como a SIM inova sem perder sua essência?
Alfeu: Inovamos porque nascemos com essa missão. O próprio nome SIM — Sistema Integrado Médico‑Hospitalar de Saúde — já trazia a fórmula: integração de serviços + prontuário na mão do usuário. Hoje, estamos:
Digitalizando serviços para maior conveniência.
Ampliando a Atenção Primária à Saúde (APS).
Firmando parcerias estratégicas com hospitais e clínicas. Tudo isso mantendo o atendimento humanizado que só a autogestão oferece.
Quais programas de prevenção têm se mostrado mais eficazes?
Alfeu: Nosso Programa de Doenças Crônicas e o Saúde Integrada se destacam. Com monitoramento contínuo e suporte multidisciplinar, reduzimos em até 30% as internações de alto custo.
De que forma a tecnologia reforçará nosso modelo de cuidado?
Alfeu: Por meio do prontuário eletrônico, que coloca o histórico do beneficiário na palma da mão, e do telemonitoramento, que permite acompanhar sinais vitais remotamente. Assim, conectaremos até especialistas nacionais e, quem sabe, até internacionais, mantendo o cuidado local.
Qual mensagem você deixa para as empresas interessadas em parcerias?
Alfeu: Escolher a SIM é optar por uma gestão de saúde comprometida, com transparência, eficiência e cuidado genuíno. Aqui, o investimento retorna em saúde real e nãoem dividendos.
“Na SIM, a inovação sempre foi ferramenta para o cuidado humano. Convido todos a dizerem novamente: SIM à vida saudável!”
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