A Policlínica que antecipou a Atenção Primária. Na coluna anterior, compartilhei a reflexão de que a SIM nasceu com uma visão diferente da maioria das organizações de saúde de sua época. Hoje, gostaria de mostrar como essa visão se transformou em prática. Em 1987, apenas um ano após sua criação, a SIM inaugurou sua Policlínica. Vista sob a perspectiva atual, ela poderia ser comparada a uma Clínica de Atenção Primária à Saúde. Naquele momento, porém, esse conceito sequer fazia parte do vocabulário da saúde suplementar brasileira. A Policlínica reunia médicos, laboratório, fisioterapia, odontologia e acompanhamento integrado dos beneficiários. Mais do que um espaço para consultas, representava uma nova forma de cuidar das pessoas. Seu propósito era claro: identificar fatores de risco antes que evoluíssem para doenças mais graves, incentivar hábitos saudáveis, evitar internações desnecessárias e promover qualidade de vida. Em essência, colocar em prática aquilo que continua sendo o propósito da SIM: alongar a vida das pessoas de forma saudável. Quase quatro décadas depois, estudos internacionais confirmam o que a Instituição já acreditava naquela época: o melhor hospital é aquele que o paciente não precisa utilizar. Essa afirmação não reduz a importância dos hospitais. Pelo contrário. Ela reforça que a maior transformação da saúde acontece antes da internação, por meio do acompanhamento contínuo, da orientação, da prevenção e da construção de hábitos saudáveis. Por isso, a Policlínica nunca foi apenas uma estrutura física. Ela representou a materialização de uma filosofia que continua orientando a atuação da SIM: compreender que cada beneficiário é uma pessoa única, com sua própria história, necessidades e expectativas. Na SIM, ninguém é visto como um número, uma estatística ou um custo assistencial. Cada beneficiário é alguém que merece viver mais, melhor e com saúde. Na próxima coluna, veremos como essa mesma visão inspirou investimentos pioneiros em tecnologia diagnóstica e informação em saúde, antecipando em décadas conceitos que hoje fazem parte da transformação digital do setor. Alfeu Luiz AbreuDiretor Executivo
Na coluna anterior, compartilhei a reflexão de que a SIM nasceu com uma visão diferente da maioria das organizações de saúde de sua época. Hoje, gostaria de mostrar como essa visão se transformou em prática.
Em 1987, apenas um ano após sua criação, a SIM inaugurou sua Policlínica. Vista sob a perspectiva atual, ela poderia ser comparada a uma Clínica de Atenção Primária à Saúde. Naquele momento, porém, esse conceito sequer fazia parte do vocabulário da saúde suplementar brasileira.
A Policlínica reunia médicos, laboratório, fisioterapia, odontologia e acompanhamento integrado dos beneficiários. Mais do que um espaço para consultas, representava uma nova forma de cuidar das pessoas.
Seu propósito era claro: identificar fatores de risco antes que evoluíssem para doenças mais graves, incentivar hábitos saudáveis, evitar internações desnecessárias e promover qualidade de vida. Em essência, colocar em prática aquilo que continua sendo o propósito da SIM: alongar a vida das pessoas de forma saudável.
Quase quatro décadas depois, estudos internacionais confirmam o que a Instituição já acreditava naquela época: o melhor hospital é aquele que o paciente não precisa utilizar.
Essa afirmação não reduz a importância dos hospitais. Pelo contrário. Ela reforça que a maior transformação da saúde acontece antes da internação, por meio do acompanhamento contínuo, da orientação, da prevenção e da construção de hábitos saudáveis.
Por isso, a Policlínica nunca foi apenas uma estrutura física. Ela representou a materialização de uma filosofia que continua orientando a atuação da SIM: compreender que cada beneficiário é uma pessoa única, com sua própria história, necessidades e expectativas.
Na SIM, ninguém é visto como um número, uma estatística ou um custo assistencial. Cada beneficiário é alguém que merece viver mais, melhor e com saúde.
Na próxima coluna, veremos como essa mesma visão inspirou investimentos pioneiros em tecnologia diagnóstica e informação em saúde, antecipando em décadas conceitos que hoje fazem parte da transformação digital do setor.
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