Gordura abdominal: por que ela merece atenção e como reduzir os riscos para a saúde
Gordura abdominal: por que ela merece atenção e como reduzir os riscos para a saúde. Muito além de uma questão estética, a gordura abdominal pode ser um importante indicador da saúde cardiovascular e metabólica. Quando se acumula ao redor de órgãos como fígado, intestino e pâncreas, recebe o nome de gordura visceral e está associada ao aumento do risco de doenças como hipertensão arterial, diabetes tipo 2, infarto, AVC e síndrome metabólica. Por esse motivo, acompanhar a circunferência abdominal e adotar hábitos saudáveis são atitudes importantes para a prevenção de diversas doenças. Como saber quando é um sinal de alerta? A medida da cintura é um dos indicadores utilizados para avaliar o risco cardiovascular. Valores de referência para adultos: Homens: atenção a partir de 94 cm e risco elevado acima de 102 cm; Mulheres: atenção a partir de 80 cm e risco elevado acima de 88 cm. Esses valores devem sempre ser analisados em conjunto com outros fatores clínicos e avaliados por um profissional de saúde. O que ajuda a reduzir a gordura abdominal? Algumas mudanças de hábito fazem diferença: Praticar atividade física regularmente; Manter uma alimentação equilibrada; Dormir bem; Beber água ao longo do dia; Evitar o tabagismo; Consumir bebidas alcoólicas com moderação. Além disso, realizar consultas periódicas e acompanhar indicadores como pressão arterial, glicemia, colesterol e triglicerídeos permite identificar fatores de risco precocemente e adotar medidas preventivas. Cuidar da saúde vai além da balança. A prevenção, o acompanhamento médico e um estilo de vida saudável são os principais aliados para proteger o coração, controlar fatores de risco e conquistar mais qualidade de vida. Ficou com alguma dúvida? Fale com a equipe do Programa Saúde Integrada SIM: WhatsApp (48) 98841-9066 e e-mail: saudeintegrada@simplanodesaude.com.br. Fontes: Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC); Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO); Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD); Organização Mundial da Saúde (OMS).
Muito além de uma questão estética, a gordura abdominal pode ser um importante indicador da saúde cardiovascular e metabólica. Quando se acumula ao redor de órgãos como fígado, intestino e pâncreas, recebe o nome de gordura visceral e está associada ao aumento do risco de doenças como hipertensão arterial, diabetes tipo 2, infarto, AVC e síndrome metabólica.
Por esse motivo, acompanhar a circunferência abdominal e adotar hábitos saudáveis são atitudes importantes para a prevenção de diversas doenças.
Como saber quando é um sinal de alerta?
A medida da cintura é um dos indicadores utilizados para avaliar o risco cardiovascular.
Valores de referência para adultos:
Homens: atenção a partir de 94 cm e risco elevado acima de 102 cm;
Mulheres: atenção a partir de 80 cm e risco elevado acima de 88 cm.
Esses valores devem sempre ser analisados em conjunto com outros fatores clínicos e avaliados por um profissional de saúde.
O que ajuda a reduzir a gordura abdominal?
Algumas mudanças de hábito fazem diferença:
Praticar atividade física regularmente;
Manter uma alimentação equilibrada;
Dormir bem;
Beber água ao longo do dia;
Evitar o tabagismo;
Consumir bebidas alcoólicas com moderação.
Além disso, realizar consultas periódicas e acompanhar indicadores como pressão arterial, glicemia, colesterol e triglicerídeos permite identificar fatores de risco precocemente e adotar medidas preventivas.
Cuidar da saúde vai além da balança. A prevenção, o acompanhamento médico e um estilo de vida saudável são os principais aliados para proteger o coração, controlar fatores de risco e conquistar mais qualidade de vida.
Ficou com alguma dúvida? Fale com a equipe do Programa Saúde Integrada SIM: WhatsApp (48) 98841-9066 e e-mail: saudeintegrada@simplanodesaude.com.br.
Fontes: Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC); Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO); Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD); Organização Mundial da Saúde (OMS).
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