Vamos falar de felicidade?. Se podemos ter certeza de algo nessa vida é que as pessoas buscam a felicidade. Mas, o que é felicidade? O que determina a sua? Uma recente pesquisa com a chamada geração Y mostrou que a maioria dos entrevistados relacionou a felicidade à conquista de dinheiro e fama. A Universidade de Harward realizou o mais amplo estudo sobre felicidade humana, investigando fatores relacionados a saúde e felicidade. A pesquisa começou em 1938, analisando 700 rapazes - entre estudantes da renomada universidade de Haward e moradores de bairros pobres de Boston. Foram quase oito décadas de acompanhamento. Robert Waldinger, psiquiatra americano e um dos diretores do estudo, relata que ao longo dos anos descobriram que, as pessoas mais satisfeitas em seus relacionamentos e mais conectadas ao outro, mantém seu corpo e cérebro saudáveis por mais tempo, tendo maior percepção de felicidade. Em relação ao dinheiro, evidenciou-se que, depois de atingir um nível financeiro onde as pessoas têm suas necessidades satisfeitas, o aumento da renda não necessariamente aumenta o nível de felicidade das pessoas. Ser feliz é algo particular e subjetivo, mas ao que tudo indica as pessoas que sentem-se mais felizes investem tempo e energia em seus relacionamentos. Uma construção que é feita dia após dia através do autoconhecimento e amadurecimento. E você, onde está investindo seu tempo e energia? Fabíola Guzzo - Psicóloga - CRP 12/12558 Patrícia Sanches - Psicóloga - CRP 12/12953 Referência: Waldinger, R. Study of Adult Development. Departamento de psiquiatria. Disponível em https://www.adultdevelopmentstudy.org/
Se podemos ter certeza de algo nessa vida é que as pessoas buscam a felicidade. Mas, o que é felicidade? O que determina a sua?
Uma recente pesquisa com a chamada geração Y mostrou que a maioria dos entrevistados relacionou a felicidade à conquista de dinheiro e fama.
A Universidade de Harward realizou o mais amplo estudo sobre felicidade humana, investigando fatores relacionados a saúde e felicidade. A pesquisa começou em 1938, analisando 700 rapazes – entre estudantes da renomada universidade de Haward e moradores de bairros pobres de Boston. Foram quase oito décadas de acompanhamento.
Robert Waldinger, psiquiatra americano e um dos diretores do estudo, relata que ao longo dos anos descobriram que, as pessoas mais satisfeitas em seus relacionamentos e mais conectadas ao outro, mantém seu corpo e cérebro saudáveis por mais tempo, tendo maior percepção de felicidade.
Em relação ao dinheiro, evidenciou-se que, depois de atingir um nível financeiro onde as pessoas têm suas necessidades satisfeitas, o aumento da renda não necessariamente aumenta o nível de felicidade das pessoas.
Ser feliz é algo particular e subjetivo, mas ao que tudo indica as pessoas que sentem-se mais felizes investem tempo e energia em seus relacionamentos. Uma construção que é feita dia após dia através do autoconhecimento e amadurecimento.
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