Inteligência emocional no trabalho

O quão inteligente você se considera no campo das emoções? E de que forma você consegue exercitar essa inteligência no seu ambiente de trabalho?
Sabemos que nosso nível de inteligência emocional está alto quando apresentamos a habilidade de gerenciar nossas emoções de maneira equilibrada, alimentando hábitos e comportamentos que contribuam para um bom ambiente e para a resolução dos desafios que surgem no dia a dia profissional.


Os nossos comportamentos habituais estão intimamente atrelados aos nossos pensamentos e sentimentos, de forma que a qualidade dos pensamentos determinará a forma como nos sentimos, e esse sentimento ou emoção moverá as nossas ações. Vamos imaginar que você tenha um determinado comportamento habitual, como o de gritar com as pessoas quando os resultados apresentados não saem de acordo com as suas expectativas. Se isso acontece com muita frequência, provavelmente já virou um hábito, um comportamento que se instalou no seu repertório e que acontece de forma automática. 

A boa notícia é que isso pode ser mudado. Para isso, é preciso desenvolver consciência dos seus pensamentos, no sentido de controlar sua reatividade emocional. Uma boa forma de fazer isso é sempre questionar o pensamento motivador da ação: esse pensamento me ajuda a ser uma pessoa equilibrada? Se eu não acreditar no que ele (o pensamento) me diz, qual escolha diferente eu posso fazer nessa situação? E então, podemos colher os frutos de um bom diálogo, caso naquela situação você escolha não mais gritar com as pessoas. Podemos desempenhar um comportamento escolhido, e não automático, o que contribuirá fortemente para o aumento da nossa inteligência emocional na vida e, consequentemente, no trabalho.

 

Um profissional desenvolve inteligência emocional quando:

  • Passa a observar os seus pensamentos.
  • Observa mais (para então agir com assertividade) do que reage.
  • Autorresponsabiliza-se por suas ações.
  • Busca performar através de comportamentos escolhidos e conscientes.

E aí, que tal colocar toda essa vigilância e consciência em prática para ter mais inteligência emocional em suas atividades profissionais?

Por Débora Almeida – Psicóloga AIS – CRP 12/18.023

IS – CRP 12/18.023